quarta-feira, 13 de abril de 2011

Porque não falamos?




"Oi, prazer. Meu nome é Fábio e eu faço o que você quiser." Garoto de Programa. Alto Nível, para pessoas de bom gosto! Isso seria uma bela propaganda para vender os meus atributos, como fazia a ex-prostituta Bruna Surfistinha. Qual o motivo desse post? Vocês devem estar se perguntando... Então vamos aos fatos: Estava “zapeando” pelo mundo virtual, quando me deparei com o site de venda (Coisa normal hoje em dia). Mas esse era diferente, pois os produtos anunciados eram pessoas que se prostituíam para diversos fins. E isso me fez refletir, o que se passa em um pessoa que tem como seu trabalho o sexo? – Muito sofrimento ou prazer, acho eu! Não estou aqui para jugar as pessoas que trabalham nesse meio, mas só queria entende-las.
O site de nome “quebarato" (risos) faz anúncios de graça, já fez mais de 43.269 anúncios em Relacionamentos no Brasil. Atende a vários tipos de público e gosto. Com isso me lembro dos classificados que lia antigamente. Isso sem dúvida é uma grande evolução, também um grande ganho para a despoluição do jornal, e a facilitação do acesso de quem deseja utilizar o produto.
Mais ai é que esta o “barato” do mundo em que vivemos. Sem ter um único estilo específico e predominante. São assuntos deste tipo, que a meu ver, já passaram da hora de se “desbanalizar”.
Porque não falamos de sexo, no café da manhã? Não falamos do amor entre os homoafetivos? Não falamos do amor inter-racial? “Não falamos do preconceito homofóbico?” Não falamos do bullying? Não falamos de nada! Nada, que possa parecer ofender os costumes morais da família. Mas se buscarmos no dicionário a palavra família, por mais absurda que pareça, vamos encontra um elo com tudo isso. O conceito de família segundo o wikipedia é : “(...) Que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições (...).” Esta ai o real motivo de nos ficarmos atrelados ao passado, pois nos esbarramos com a nossa estrutura familiar.
Mas como anuncia o cantor Christian Chávez, ex-RBD, em sua música de trabalho “Libertad”: “Deja atrás el disfraz, quema ya el antifaz. Tu destino es vivir. (…) Es tiempo de vivir sin miedo.” Ou em bom português “deixe para trás o disfarce, queime a sua mascara. Teu destino é viver. (…) É tempo de viver sem medo”. O que posso dizer? Se não, viva essa falsa democracia e "eu só posso garantir que estou sempre te esperando de braços abertos, para realizarmos juntos as nossas mais proibidas e quentes fantasias!" Rá.

2 comentários:

mariana nogueira disse...

Por isso que eu falo de cocô durante o almoço, de sexo no meio das reuniões de trabalho.
HAHAHAHA
sem esse medo de falar coisas que são 'inapropriadas' pra certos horários.
quebra de tabus né Matraaacaas!

Paco. disse...

Isso mesmo 'MariLinda'. Vamos quebrar esses tabus, pois o mundo é feito de diversidade.
Sendo assim: o legal, o inesperado e o improprio. Se tornam o melhor. HEHE
Estamos em busca dessa liberdade de expressão, sobre assuntos que nos dão uma certa 'repugnância'.

 
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